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Fiquei encantada com o charme desse espaço de eventos bem no centro de Itu! Vale a pena conhecer.





#itu#vinhosdeverão#villaandradas#drilopes
]]>Esta semana prestigiei o lançamento das Máscaras Faciais da Perfecta Masks em São Paulo.
Vocês já devem ter lido aqui no blog a resenha sobre os produtos da Mentholatum que recebi (clique aqui para o post) onde mencionei minha primeira impressão sobre vários que testei.
E, nessa quarta, foi o lançamento oficial das máscaras lá no Studio W no Shopping Iguatemi.
O evento foi uma delícia e contou com a participação de diversas influencers digitais e personalidades do ramo de beleza. Karina Bacchi (linda de viver) foi a convidada especial que contou um pouquinho sobre sua rotina de beleza e também o uso das máscaras faciais.
Abaixo vocês conferem algumas fotos do evento e também a descrição da linha toda. Sou suspeita pra falar, porque amei a hidratação e textura que elas proporcionam.
MÁSCARAS FACIAIS PERFECTA
Eu simplesmente amei as máscaras faciais que testei. A pele fica muito hidratada e viçosa. E, detalhe, não fica pegajosa, a textura é leve de rápida absorção e de efeito imediato. Você nota o brilho e textura macia assim que o produto é absorvido pela pele.
Recebi as seguintes máscaras:
– Peel Off – de efeito peeling, que promete pela mais limpa e tonificada
– Multi Hyaluron – hidratante e antipoluição, pele hidratada e radiante (super hidrata meeeesmo ;)).
– Gold 24K Illuminé – máscara facial SOS, para atenuar olheiras e aspecto cansado (dá um brilho MARA!).
– Diamond Lift 4D – para a pele do rosto e ao redor dos olhos, para firmeza e suavidade da pele. (eu amei a hidratação dessa máscara, usaria todos os dias).
Vale a pena experimentar, porque realmente a pele fica radiante.


A festa começou com uma aula de make com Juliana Rakoza e se estendeu com um bate papo descontraído, comandado por Joyce Pascowitch, onde foram abordados temas sobre moda, beleza e lifestyle.
Essa conversa contou com a participação de Maria Eugenia Suconic, John Drops, Jana Rosa e Marco Antonio de Biaggi que dividiram um pouquinho de suas trajetórias e também falaram sobre suas visões a respeito da influência no meio digital.
Mesmo tendo características diferentes, todos foram unânimes em afirmar que moda é uma forma de viver e encarar o mundo sob o seu ponto de vista, partindo da premissa que o importante é nos sentirmos bem com a gente mesmo.
Adoro participar desse tipo de evento porque além de observar tendências de moda, estilo e comportamento, me permite analisar também as estratégias das marcas através de suas ações promocionais e abordagem do público. Tudo isso acrescenta um excelente repertório para nossa atuação como influencer e também profissional de propaganda.
A noite foi uma delícia, tanto pelo conteúdo e por gente bonita reunida num mesmo espaço, bem como pelas comidinhas e drinks deliciosos feitos pelo Buffet Praça Pitangueira, pela turma do Bar Shakers e tacinhas de Chandon para refrescar.
Confira algumas fotos do evento (créditos: Paulo Freitas e Bruna Guerra).







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Foi assim que o blog surgiu. De um post no facebook de um look que amo e que resolvi publicar como num dia qualquer. Apenas mais um post….. era o que eu pensava.
Apenas um post que virou a minha rotina de pernas pro ar. Dali surgiu o meu blog.
Na verdade, a história toda é bem mais antiga (peraí, nem tanto, porque ainda me considero novinha kkk). Sempre fui uma pessoa apaixonada por comunicação e expressão. Desde pequenina me envolvia com lápis, papéis, tintas e tudo mais que me permitisse extravasar aquilo que eu chamava de “adoro desenhar”.
Quando comecei a escrever, surgiram os roteiros para peças teatrais cujos atores eram meu irmão, primos e cachorros. Quando não os tinha por perto, criava fantoches em teatrinhos de marionetes em caixas de papelão para representar os contos que gostava de escrever.
De Edgar Alan Poe à Marina Colasanti, muitas foram minhas inspirações.
Pra não dizer que não falei de moda, desde menina escolhia meus looks, naquela época, roupas mesmo, para ir à escola, festinhas de aniversário e bailinhos. Sempre acrescentando alguns elementos meio excêntricos como tiaras volumosas, sapatilhas de verniz e saltos plataforma.
O tempo passou e o universo da publicidade me laçou. Minha paixão por artes, desenho e comunicação falou mais alto e lá fui cursar PP numa faculdade em SP. Logo eu, aquela menininha meio esquisita, que morava no interior.
Digo esquisita, porque era assim que me sentia, magrinha, baixinha, meio cabeçuda e com traços “bem marcantes”, como diziam os comentários dos amigos da família.
Em SP me encontrei num mundo de possibilidades. Meu universo se abriu através da propaganda e o relacionamento com novas pessoas e personalidades, me fez enxergar na moda, mais uma forma de me expressar.
Aquela esquisitice que na adolescência tanto me incomodava, se transformou em uma autoconfiança que me permitiu libertar meu lado criativo para a forma de vestir.
Ainda assim, nada de pensar em falar sobre moda de uma forma mais ampla, moda era algo sensacional e divertido que eu podia usufruir no meu dia a dia, sempre compartilhando a origem dos meus looks com amigas e parentes que se interessavam por aquela pulseira, um sapato mais ousado ou até mesmo um colete adaptado da minha avó.
Sempre foi um prazer palpitar sobre as produções das colegas de república e emprestar uma ou outra peça para compor seus looks. Comum era ouvir: Ah! Queria ter essa ousadia de usar tantas pulseiras ao mesmo tempo, e olha que nessa época o termo pulseirismo nem sonhava em nascer.
Me formei e a publicidade continuava me laçando. Havia chegado a hora de virar adulta e trabalhar com comunicação e propaganda, o que faço até hoje com muito prazer.
De lá pra cá, a veia da comunicação sempre esteve latente na minha vida, o que culminou com meu ingresso em mais uma nova profissão, a de professora universitária. Como se não bastasse a rotina maluca de uma agência de PP, parti aprender ainda mais com meus tão queridos e sabidos estudantes.
Imersa em marketing, propaganda e branding, minhas áreas de atuação, sempre rolava uma pergunta nos corredores: Você é professora do curso de Moda?, com certeza, questão motivada por minhas produções e excesso de acessórios, que, diga-se de passagem, pra mim nunca foram excesso e sim, acessórios.
Disso tudo, posso dizer que foi aumentando minha paixão pela comunicação e por novas formas de expressão.
Você deve estar se perguntando, mas e a moda? Onde entra nisso tudo? Não entra, porque sempre esteve presente.
No ano passado, numa manhã de início de semana, a caminho do trabalho, resolvi tirar uma foto em frente a um muro meio detonado, para apenas publicar no meu feed… e daí vieram comentários, inbox e mensagens super carinhosas me perguntando porque não lançar um blog, porque não dividir minhas aventuras fashion, compras, customizações e combinações em um blog, vlog ou coisa parecida.
Aquele post que parecia apenas mais um… ( e era), foi o impulso que eu precisava para dar o próximo passo, e dei.
Aquilo que sempre esteve ali, meio tímido, resolveu aparecer. De cursos de fashion blogging, livros e mais livros e muita pesquisa, nasceu o blog da Dri Lopes. Meu canal para, de uma vez por todas, compartilhar o que penso sobre moda, minhas experiências e aventuras nesse universo e a possibilidade de influenciar mulheres a explorar cada vez mais seu potencial criativo para sentirem-se ainda melhor consigo mesmas.
Um blog sobre estilo e tendências que nasceu da paixão de uma publicitária fascinada pelo mundo fashion, sem pretensão nenhuma de ser um guia técnico. Não sou especialista em moda, não me importo em vestir “marcas” e abuso de um estilo possível, acessível pra todo mundo. A filosofia do blog é encontrar novas formas de se vestir, otimizar o closet e se divertir com todas essas possibilidades.
Moda é comunicação, sempre foi e sempre será. É através dela que sua primeira impressão é fixada na mente das pessoas e é com ela que você conseguirá construir uma versão ainda melhor de você mesma.
Vamos juntas?
Fiquei admirada com os benefícios desse tratamento e a aparência natural e rejuvenescida que ele promove. No evento, pudemos tirar dúvidas sobre o produto e também testar o aplicativo da Allergan que permite visualizarmos os efeitos do Juvéderm em nosso próprio rosto.
Além de muito divertido e gostoso, o evento foi super esclarecedor sobre essa técnica. Vale a pena conferir e conversar com seu dermato sobre as inovações desse tratamento.



Créditos das imagens: Paulo Freitas
O primeiro de cima é da RB by Kiss e a cor se chama Angel Wings. Essa é uma submarca da Kiss (marca americana presente em mais de 105 países, com produtos para unhas, cílios, cosméticos, beleza, etc). Gostei da textura com acabamento aveludado, não resseca e não incomoda os lábios. O aplicador flat permite aplicação uniforme.
Já os outros três são da Latika, uma marca que eu não conhecia e estou gostando bastante. As novas cores são lindas. As cores acima são 20, 05 e 30. A cor 05 é maravilhosa, tem uma pigmentação mais rosadinha e a 30 é bem nude, cor de boca mesma (vou reservar para aqueles dias mais básicos).
Ando muito a fim de encontrar um tom vermelho que não seja tão assanhado, e esse da Latika, cor 20, é bem assim. É vermelho, marcante, mas a tonalidade é um pouco mais fechada, sofisticada. Curti muito.
Todos eles tem uma ótima cobertura, são bem líquidos e fáceis de aplicar. Não craquelam, apesar de ficarem sequinhos e matte. A duração é beeeem longa mesmo, são até difíceis de tirar.
Ah! Não posso deixar de falar do cheirinho dos quatro, super gostosos e suaves.
Não sou expert em maquiagem, mas indico as duas linhas de olhos fechados!
Depois me contem se já experimentaram!
bjo 




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A memória que me vem à cabeça ao pensar em café da manhã é o café fresquinho da minha mãe sendo passado de manhã cedo, seu cheiro invadindo e aquecendo toda a casa com uma sensação de conforto quase palpável. Dá vontade de acordar devagarinho e esperar a manhã passar lentamente pela janela. Talvez por isso que eu nunca tenha conseguido tomar café da manhã em dias úteis. Acordando atrasada, não quero arruinar o prazer do café bem desfrutado, antecipando trânsito, chuva, pressa ou reunião.
Essa associação acontece porque quando aprendemos uma palavra nova, ancoramos experiências a ela. Então ao ouvirmos posteriormente a mesma palavra, tiramos da prateleira memórias daquela experiência como ferramentas em uma caixa e utilizamos essas ferramentas para nos comunicar.
É por conta disso que nos comunicar com pessoas que viveram em outras culturas traz sempre algumas dificuldades. Além da lógica barreira da língua, podem haver também âncoras diferentes para a mesma palavra entre pessoas de etnias diferentes. Por exemplo, ao falar de café da manhã, posso me lembrar do cheirinho do café da minha mãe, enquanto a chinesa ao meu lado está pensando em peixes e o americano à minha frente salivando por ovos.
Americanos associam café da manhã a ovos de uma maneira tão forte, que ao morar nos Estados Unidos eu ouvia muito a expressão “comerei hoje “café-da-manhã-para-o-jantar” e tinha uma grande dificuldade de compreender do que se tratava. Para mim, uma vez que café da manhã e jantar são refeições definidas pelo momento em que as temos, não importa o prato que se peça. Para os americanos qualquer prato com ovos se converte imediatamente em café da manhã, não importa qual o momento do seu consumo.
Quando viajei para a China, eu acordava todas as manhãs no hotel e me dirigia ao restaurante já com a barriga roncando. Era hora do jantar no meu relógio biológico e eu não havia comido nada o “dia todo”. Como era a primeira refeição do dia eu esperava pães, queijos, leite, café e geleias. Mas, ao entrar no restaurante a cada dia, meus sentidos eram invadidos por um cheiro forte de peixe seco. Imagine por um momento o cheiro da peixaria do bairro próximo à sua casa: agora intensifique. Essa é a ideia. Antes de meu estômago se revoltar, resolvi entender.
O café da manha Chinês típico é feito de produtos locais, amplamente disponíveis. E como a moça do hotel fez a gentileza de me explicar, em um povo de 1,4 bilhões de pessoas, eles aproveitam tudo e não desperdiçam nada. Faz sentido.
O prato do café da manhã servido ali era uma espécie de mingau de arroz, feito quando se cozinha o arroz até quase desmanchar e virar uma papa consistente. Apesar de algumas pessoas comerem só, a maioria adiciona peixe seco, bolas pequenas de frango ou porco, amendoim, picles, gengibre e fatias de ovos de patas em conserva.
Ovos, torradas e queijo são raramente vistos, a não ser que sejam feitos especialmente para você. E, se for esse o caso, são muito caros.
Assim, se você estiver falando de café da manhã com um chinês ou um americano, pode apostar que eles estão pensando em coisas muito diferentes de você naquele minuto.
Essa é uma das razões pelas quais eu gosto tanto de viajar. Nós, como brasileiros, temos dificuldade de entender a nossa cultura assim como, segundo um ditado espanhol, os peixes não compreendem a água que os rodeiam.
Fomos criados dessa forma, então tudo aqui nos parece natural. Ao nos deparar com pessoas que entendem coisas de forma tão diferente, entendemos melhor o mundo e a nós mesmos. Olhar a nós mesmos de outra perspectiva é uma coisa muito poderosa e nos faz um tiquinho mais tolerantes.
E precisamos todos de mais tolerância para compreender a vida com mais do que só o nosso crivo de bom senso. É preciso que outras pessoas nos mostrem que bom senso é relativo e viajar, tirando a gente da zona de conforto, faz justamente isso.
Viajando conhecemos pessoas com expectativas e costumes diferentes dos nossos, nos trazendo algumas lições:
· Tente se abrir ao diferente. Se os hábitos do país parecem estranhos a você é provavelmente porque o contexto que criou aqueles hábitos foi diferente do seu. As viagens mais interessantes não são necessariamente as mais confortáveis. Tente entender o contexto e enriqueça sua experiência. Conhecendo o diferente, você aprende mais sobre você.
· Leia um pouco sobre a história do lugar. Buscar informações sobre a história local antes de viajar já faz parte da viagem. Aquece os motores e te faz colocar as experiências que vai viver sob o prisma correto.
· Entenda os hábitos locais. Quando eu estive na China, tentei fazer uma reunião logo depois do almoço. Ao entrar na sala, me deparei com 6 pessoas dormindo com as cabeças deitadinhas na mesa. Se o costume é a siesta, abrace e não se programe para muitas atividades logo após o almoço.
· Busque os produtos locais. Entendendo porque as lojinhas locais vendem aquele souvenir, de onde ele vem e como se encaixa na cultura e história do local é uma excelente forma de entender aonde você se encontra e valorizar a comunidade. Dê uma volta pelas lojinhas de bairro e pergunte. Sempre haverá alguém feliz de saber que você esta verdadeiramente interessado na cultura deles.


Por Tatiana Carvalho 
Pesquisando um pouco sobre esse tipo de produto, percebi que é algo muito pessoal, específico para cada tipo de pele. Ele normalmente controla o brilho, mas, além disso, pode também potencializar o resultado da maquiagem deixando-a mais bonita e natural, melhorar o aspecto da pele, controlar a oleosidade e permitir que a make dure mais tempo.
Parece mentira que um produto possa fazer tudo isso, mas, acredite, faz sim.
Esse da Tracta que estou usando é muito bom. Tem uma textura leve, aveludada, fácil de espalhar pelo rosto e realmente controla o brilho e a oleosidade o dia todo, além de conter Vitamina E, que hidrata e combate os radicais livres. O melhor? O preço, super acessível.
Vale a pena o investimento.
Alguém aí já testou?
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Um deles é um super achado dos últimos dias. Já comentei antes que adoro perfumes cítricos, com uma pegada mais unissex, porque não consigo acertar com os de notas muito doces. Em minha busca incessante por novas opções, conheci o CK in2u Her, lançado pela Calvin Klein em 2007.
Está quase virando um dos meus queridinhos. É um perfume Oriental Floral Feminino, levemente doce com um cheirinho de baunilha bem descontraído. Perfeito para dias mais fresquinhos, já que em dias quentes, tenho a impressão de que fica muito doce.
É uma fragrância delicada, alegre e dinâmica. Deu pra perceber que tô curtindo bastante ;).
Já o rímel, continua o mesmo: o The Colossal Volum, da Maybelline. Ele garante 9x mais volume (de verdade) e pode ser removido facilmente com água morna e shampoo Johnsons Baby. Ótimo pra quem não curte os à prova d´água, como eu.
É um aliado de uma make rápida, duradoura e que deixa os olhos incríveis!
E vcs? Já experimentaram algum deles?
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No post de hoje a indicação é o livro Brand Sense, do Martin Lindstrom. Um texto delicioso de ler e que acrescenta muito conhecimento sobre esse conteúdo. Pra quem curte o estudo de marcas é uma leitura imprescindível.
O autor trata do assunto de forma leve, além de apresentar diversos exemplos da aplicação do Marketing Sensorial como estratégia para as marcas se relacionarem de forma mais próxima com seus consumidores.
Uma delícia visualizar como as empresas têm explorado e estimulado os nossos cinco sentidos através de suas ações de comunicação.
E vem muita coisa por aí, esse é um assunto que está só começando.
Espero que gostem da dica. Boa leitura!
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